terça-feira, 1 de fevereiro de 2011

Processador - Intel Core i3







Resolução

Resolução de imagem descreve o nível de detalhe que uma imagem comporta. O termo aplica-se igualmente a imagens digitais, imagens em filme e outros tipos de imagem. Resoluções mais altas significam mais detalhes na imagem.
A resolução de imagem pode ser medida de várias formas. Basicamente, a resolução quantifica quão próximas as linhas podem ficar umas das outras e ainda assim serem visivelmente determinadas. As unidades de resolução podem ligadas a tamanhos físicos (por exemplo, linhas por milímetro, linhas por polegada etc.) ou ao tamanho total de uma figura (linhas por altura da imagem, também conhecidas simplesmente por linhas ou linhas de televisão). Ademais, pares de linhas são usadas freqüentemente em vez de linhas individuais. Um par de linhas é constituído de uma linha apagada e uma linha acesa adjacentes, enquanto linhas contam ambas as linhas apagadas e acesas. Uma resolução de dez linhas por mm significa cinco linhas apagadas alternando com cinco linhas acesas, ou cinco pares de linhas por mm. A resolução de lentes fotográficas e filmes são mais freqüentemente citadas como pares de linhas por mm.

Resolução em Pixels:

O termo resolução é freqüentemente usado como uma contagem de pixels em imagens digitais, ainda que os padrões norte-americanos, japoneses e internacionais especifiquem que isso não deve ser usado, ao menos no campo das câmeras digitais. Uma imagem de N pixels de altura por N pixels de largura pode ter qualquer resolução inferior a N linhas de altura da imagem ou N linhas de TV. Mas, quando a contagem de pixels é referenciada como resolução, a convenção é descrever a resolução em pixels como o conjunto de dois números positivos inteiros, em que o primeiro número é a quantidade de colunas (largura) de pixels e o segundo é número de linhas (altura) de pixels; algo como 640 X 480, por exemplo.
Outra convenção popular é citar a resolução como a quantidade total de pixels na imagem, tipicamente informada como o número de megapixels, os quais podem ser calculados multiplicando-se as colunas de pixels pelas linhas de pixels e dividindo-se o resultado por um milhão. Outras convenções incluem descrever pixels por unidade de comprimento ou pixels por unidade de área, tais como pixels por polegada ou por polegada quadrada. Nenhuma dessas resoluções em pixels são resoluções de verdade, mas elas são amplamente citadas como tal; servem como limite superior em resolução de imagem.
Abaixo está uma ilustração de como a mesma imagem pode aparecer em diferentes resoluções de pixels, se os pixels forem pobremente renderizados como quadrados

Monitores

Monitor o que é:
O monitor é um dispositivo de saída do computador, cuja função é transmitir informação ao utilizador através da imagem, estimulando assim a visão.
Os monitores são classificados de acordo com a tecnologia de visionamento de vídeo utilizada na formação da imagem.

Dentro dos monitores existem 2 tipos de tecnologias que são:

LCD:
É um tipo mais moderno de monitor. Nele, a tela é composta por cristais que são polarizados para gerar as cores.


Tem como vantagens:
  1. O baixo consumo de energia;
  2. As dimensões reduzidas;
  3. A não-emissão de radiações nocivas;
  4. A capacidade de formar uma imagem praticamente perfeita, estável, sem cintilação, que cansa menos a visão - desde que esteja operando na resolução nativa;
As maiores desvantagens são:
  1. O maior custo de fabricação;
  2. O facto de que, ao trabalhar em uma resolução diferente daquela para a qual foi projetado, o monitor LCD utiliza vários artifícios de composição de imagem que acabam degradando a qualidade final da mesma;
  3. O "preto" que cria emite um pouco de luz, o que confere à imagem um aspecto acinzentado ou azulado, não apresentando desta forma um preto real similar aos oferecidos nos monitores CRTs;
  4. O contraste não é muito bom como nos monitores CRT ou de Plasma, assim a imagem fica com menos definição, este aspecto vem sendo atenuado com os novos paineis com iluminação por leds e a fidelidade de cores nos monitores que usam paineis do tipo TN são bem ruins, os com paineis IPS, mais raros e bem mais caros, tem melhor fidelidade de cores, chegando mais proximo da qualidade de imagem dos CRTs;
  5. Um facto não-divulgado pelos fabricantes: se o cristal líquido da tela do monitor for danificado e ficar exposto ao ar, pode emitir alguns compostos tóxicos, tais como o óxido de zinco e o sulfeto de zinco; este será um problema quando alguns dos monitores fabricados hoje em dia chegarem ao fim de sua vida útil (estimada em 20 anos).
Apesar das desvantagens supra mencionadas, a venda de monitores e televisores LCD vem crescendo bastante.

CRT:
 É o monitor "tradicional", em que a tela é repetidamente atingida por um feixe de eléctrões, que actuam no material fosforescente que a reveste, assim formando as imagens.

Este tipo de monitor tem como principais vantagens:
  1. Sua longa vida útil;
  2. Baixo custo de fabricação;
  3. Grande banda dinâmica de cores e contrastes;
  4. Grande versatilidade;
As maiores desvantagens deste tipo de monitor são:
  1. Dimensões;
  2. O consumo elevado de energia;
  3. Efeito de cintilação;
  4. A possibilidade de emitir radiação que está fora do espectro luminoso (raios x), perigosa à saúde no caso de longos períodos de exposição. Este último problema é mais frequentemente constactado em monitores e televisores antigos e desregulados, já que actualmente a composição do vidro que reveste a tela dos monitores detém a emissão dessas radiações.
  5. Distorção geométrica.

quarta-feira, 26 de janeiro de 2011

Placas Gráficas

A função das placas gráficas é a de construir as imagens que são apresentadas nos monitores dos computadores. O conteúdo dessa memória está sempre a ser actualizado pela placa gráfica e por ordem do processador. Quanto mais memória de vídeo existir no sistema, melhor é a resolução e mais cores são possíveis de representar.

Modelos da ATI:

  • EGA / VGA Wonder - compatível com os adaptadores gráficos "EGA/VGA" da IBM (1987)
  • Mach8 - primeiro "acelerador 2D Windows" da ATI's (clone do acelerador IBM 8514) (1991)
  • Mach32 - acelerador 2D compatível com VGA com recursos estendidos (aceleração "true-color" 32-bit) (1992)
  • Mach64 - acelerador otimizado para 2D com aceleração de vídeo (zoom de imagens via hardware, conversão de cores YU→RGB) (1994)
  • Série Rage - primeiro acelerador 2D / 3D da ATI. A série evoluiu de aceleração rudimentar 3D (além das capacidades 2D e MPEG-1 dos antecessores) para um acelerador 3D competitivo com excelente desempenho em DVD. (1995-2004)
    • Rage Mobility - criados para uso em ambientes que requerem baixo consumo de energia, como notebooks. Semelhantes em funcionalidade aos equivalentes para desktops, somados a funcionalidades de gerenciamento de energia, interface para LCDs e suporte a múltiplos monitores.
  • Série Radeon - lançada no ano 2000, é a marca da ATI para aceleradores gráficos 3D voltado para usuários domésticos. O modelo Radeon DDR foi o primeiro acelerador Direct3D 7 da ATI.
    • Mobility Radeon - a série de versões otimizadas para baixo consumo da família Radeon, voltadas para uso em notebooks.
    • ATI CrossFire - tecnologia da ATI lançada em respostas ao SLI da NVIDIA. Permite usar duas placas de video para processamento em paralelo com o objetivo de aumentar o desempenho.
  • FireGL - família de produtos voltados para o uso em CAD/CAM lançada em 2001 com a compra da divisão FireGL da Diamond Multimedia, desde então baseada na tecnologia Radeon.
Modelos Nvidea:
  • NV1 - Primeiro chip gráfico da nVidia.
  • RIVA 128 e RIVA 128ZX - Primeiro processador gráfico a oferecer suporte a DirectX, nesta época em sua versão 5. Suporta também a primeira versão do OpenGL.
  • RIVA TNT, RIVA TNT2- Suporte a DirectX 6 e OpenGL 1. Foi a partir dessas placas de aceleração gráfica que a nVidia começou a dominar o segmento de processamento gráfico.
  • GeForce
A popular série GeForce existe desde 1999.
    • GeForce 256 - DirectX 7, OpenGL 1, transformação e renderização de luz por hardware. Introduziu o uso das memórias DDR.
    • GeForce 2 - DirectX 7, OpenGL 1
    • GeForce 3 - Shaders DirectX 8.0, OpenGL 1.5, contém uma arquitetura de memória otimizada
    • GeForce 4 - Essa série é dividida em GeForce 4 comum (DirectX 8.1, OpenGL 1.5) e em Geforce 4 MX, que usa o mesmo processador gráfico da série GeForce 2 (DirectX 7), contendo apenas um aumento na quantidade de memória interna.
    • GeForce FX - DirectX 9, OpenGL 1.5. Suporta o Shader 2.0 e a tecnologia CineFX 2.0, exclusivas dessa versão do DirectX. Foi criada mais tarde a série PCX, que inseria o novo barramento PCI-Express em algumas placas da série FX.
    • GeForce 6 - DirectX 9.0c, OpenGL 2.0. Traz Shader/CineFX 3.0, melhoramentos no consumo elétrico e a inserção da tecnologia SLI, que permite o uso de duas placas de vídeo ao mesmo tempo, aumento portanto o desempenho.
    • GeForce 7 - DirectX 9.0c, OpenGL 2.0. Contém também o Shader 3.0 e o SLI, mas desta vez traz suporte ao CineFX 4.0 e as novas tecnologias para anti-aliasing Transparency Supersampling (TSAA) e Transparency Multisampling (TMAA).
    • GeForce 8 - DirectX 10, OpenGL 2.0. Conta com suporte a memória GDDR4, Shader Model 4.0, nVidia PureVideo e SLI. Lançadas em novembro de 2006, competem, em termos de gráficos, com os consoles da sétima geração (como o Playstation 3 e Xbox 360) e a família Radeon R600.
    • GeForce 9 - Essas placas podem chegar em resoluções de até 2560 X 1600 permitem jogos com alta definição. Tem suporte para a tecnologia PureVideo HD que oferece extrema qualidade em filmes de HD DVD ou Blu-ray. Contem também suporte para HybridPower que oferece desempenho de vídeo excepcional e economia de energia.
    • GeForce GTX série 200 - São as mais poderosas placas de vídeo da nVidia (Alguns modelos perdendo para a Geforce 9800GX2, que são 2 GPUs da Geforce 9800 GT em uma unica placa que é internamente conectada por um cabo SLI flexivel e resfriada por um unico cooler no meio, e ainda tem suporte a quad SLI). Estas contem as mesmas inovações das placas de série 9, porém com algumas inovações como 2 GPUs trabalhando juntas (GTX295) aumentando ainda mais o desempenho e interfaces de 448 bits. A placa de video GeForce GTX 295 são duas GPUs da GeForce GTX 260, alncançando a incrível marca de 480 CUDA cores, comparados aos 240 da sua antecessora GTX 280.
  • Quadro Linha de placas de vídeo profissionais da nVidia. Otimizadas para uso em sistemas CAD e CAM, renderização 3D profissional e aceleração de programas como 3D Studio.
  • GoForce - Para PDAs e "smartphones"
  • No dia 26/03/2010, a nVidia lança oficialmente as GeForce GTX470 e GTX480, com uma nova arquitetura cujo codinome é Fermi, mas com desempenho pouco superior (Cerca de 10% a 15%) à concorrência, além de apresentarem um alto consumo elétrico e demandarem maior dissipação térmica para que a temperatura dos chips seja mantida a níveis aceitáveis.
 

Memórias

Em informática, memória são todos os dispositivos que permitem a um computador guardar dados, temporariamente ou permanentemente.

Podemos distinguir os vários tipos de memórias:
  • Memória principal: também chamadas de memória real, são memórias que o processador pode endereçar diretamente, sem as quais o computador não pode funcionar. Estas fornecem geralmente uma ponte para as secundárias, mas a sua função principal é a de conter a informação necessária para o processador num determinado momento; esta informação pode ser, por exemplo, os programas em execução. Nesta categoria insere-se a memória RAM (volatil), memória ROM (não volátel), registradores e memórias cache.
  • Memória secundária: memórias que não podem ser endereçadas diretamente, a informação precisa ser carregada em memória principal antes de poder ser tratada pelo processador. Não são estritamente necessárias para a operação do computador. São geralmente não-voláteis, permitindo guardar os dados permanentemente. Incluem-se, nesta categoria, os discos rígidos, CDs, DVDs e disquetes.

Memórias Voláteis

Memória dinâmica

A memória dinâmica é a mais barata delas e, portanto, a mais utilizada nos computadores e são aquelas que foram popularizadas como memórias RAM. Este atributo vem do nome inglês Randomic Acess Memory (memória de acesso aleatório), que significa que os dados nela armazenados podem ser acessados a partir de qualquer endereço. As memórias RAM se contrapõem com as de acesso seqüencial, que exigem que qualquer acesso seja feito a iniciar pelo primeiro endereço e, seqüencialmente, vai “pulando” de um em um até atingir o objetivo. Na realidade, existem outras memórias de acesso aleatório nos computadores, inclusive não voláteis, portanto, é importante ter o conhecimento de que o nome RAM é apenas uma popularização do nome da memória principal dos computadores, utilizada para armazenar os programas e dados no momento da execução.

Memória estática

A memória estática não necessita ser analisada ou recarregada a cada momento. Fabricada com circuitos eletrônicos conhecidos como latch, guardam a informação por todo o tempo em que estiver a receber alimentação.


Memórias não voláteis

São aquelas que guardam todas as informações mesmo quando não estiverem a receber alimentação. Como exemplos, citam-se as memórias conhecidas por ROM, FeRAM e FLASH, bem como os dispositivos de armazenamento em massa, disco rígido, CDs e disquetes. As memórias somente para leitura, do tipo ROM (sigla de Read Only Memory), permitem o acesso aleatório e são conhecidas pelo fato de o usuário não poder alterar o seu conteúdo. Para gravar uma memória deste tipo são necessários equipamentos específicos. Dentre as memórias do tipo ROM destacam-se as seguintes:
  • ROM: Gravada na fábrica uma única vez.
  • PROM: Gravada pelo usuário uma única vez
  • EPROM: Pode ser gravada ou regravada por meio de um equipamento que fornece as voltagens adequadas em cada pino. Para apagar os dados nela contidos, basta iluminar o chip com raios ultravioleta. Isto pode ser feito através de uma pequena janela de cristal presente no circuito integrado.
  • EEPROM: Pode ser gravada, apagada ou regravada utilizando um equipamento que fornece as voltagens adequadas em cada pino.

 

 

quarta-feira, 12 de janeiro de 2011

Significado dos Bips de erro?

1 Bip Curto:
Este é um Bip feliz emitido pelo BIOS quando o POST é executado com sucesso.

1 Bip longo:
Falha no Refresh (refresh Failure) : O circuito de refresh da placa mãe está com problemas, isto pode ser causado por danos na placa mãe ou falhas nos módulos de memória RAM

1 Bip longo e 2 bips curtos:
1 Bip longo e 3 bips curtos:
Falha no Vídeo: Problemas com o BIOS da placa de vídeo. Na maioria das vezes este problema é causado por mau contato.

2 bips curtos:
Falha Geral: Não foi possível iniciar o computador. Este problema é causado por uma falha grave em algum componente, que o BIOS não foi capaz de identificar. Em geral o problema é na placa mãe ou nos módulos de memória

2 Bips longos:
Erro de paridade: Durante o POST, foi detectado um erro de paridade na memória RAM. Este problema pode ser tanto nos módulos de memória quanto nos próprios circuitos de paridade. Para determinar a causa do problema, basta fazer um teste com outros pentes de memória.

3 Bips longos:
Falha nos primeiros 64 KB da memória RAM (Base 64k memory failure) > Foi detectado um problema grave nos primeiros 64 KB da memória RAM. Isto pode ser causado por um defeito nas memórias ou na própria placa mãe. Outra possibilidade é o problema estar sendo causado por um simples mal contato.


4 Bips Longos:
Timer não operacional: O Timer 1 não está operacional ou não está conseguindo encontrar a memória RAM. O problema pode estar na placa mãe (mais provável) ou nos módulos de memória.

5 Bips:
Erro no processador: O processador está danificado, ou mal encaixado.

6 Bips:
Falha no Gate 20 (8042 - Gate A20 failure): O gate 20 é um sinal gerado pelo chip 8042, responsável por colocar o processador em modo protegido. Neste caso, o problema poderia ser algum dano no processador ou mesmo problemas relacionados com o chip 8042 localizado na placa mãe

7 Bips:
Processor exception (interrupt error): O processador gerou uma interrupção de exceção. Significa que o processador está apresentando um comportamento errático. Isso acontece às vezes no caso de um overclock mal sucedido. Se o problema for persistente, experimente baixar a freqüência de operação do processador. Caso não dê certo, considere uma troca.

8 Bips:
Erro na memória da placa de vídeo (display memory error) : Problemas com a placa de vídeo, que podem estar sendo causados também por mal contato.


9 Bips:
Erro na memória ROM (rom checksum error): Problemas com a memória Flash, onde está gravado o BIOS. Isto pode ser causado por um dano físico no chip do BIOS, por um upgrade de BIOS mal sucedido ou mesmo pela ação de um vírus da linhagem do Chernobil.


10 Bips:
Falha no CMOS shutdown register (CMOS shutdown register error): O chamado de shutdown register enviado pelo CMOS apresentou erro. Este problema é causado por algum defeito no CMOS. Nesse caso será um problema físico do chip, não restando outra opção senão trocar a placa mãe.

11 Bips:
Problemas com a memória cache (cache memory bad): Foi detectado um erro na memória cache. Geralmente quando isso acontece, o BIOS consegue inicializar o sistema normalmente, desabilitando a memória cache. Mas, claro, isso não é desejável, pois deteriora muito o desempenho do sistema. Uma coisa a ser tentada é entrar no Setup e aumentar os tempos de espera da memória cache. Muitas vezes com esse "refresh" conseguimos que ela volte a funcionar normalmente.

Configurações BIOS:

Main Menu: É onde se pode alterar a hora e a data do sistema, introduzir ou alterar a password que permite aceder ao setup e a configurar os periféricos, como o disco rígido, etc.



Menu Advanced: É onde se pode configurar o CPU e os IRQs, é muito valioso, pois ao configurar os IRQs evita alguns conflitos de endereços de memória ao utilizar diferentes periféricos



H/W Monitor: É um programa de monitoramento de hardware do PC que lê os sistemas sensores de saúde principais: voltagens, temperaturas, velocidade fãs.
  O programa lida com os chips sensores mais comuns, além disso, ele pode ler os modernos processadores core on-die sensores térmicos, bem como tem temperatura de discos rígidos SMART via e vídeo a temperatura da GPU cartão.



Boot: Uma das funções mais importantes que a BIOS faz é arrancar o sistema. Quando o PC é ligado pela primeira vez, a sua memória principal do sistema está vazio, e é necessário encontrar imediatamente instruções para dizer o que executar para iniciar o PC. Estas instruções encontram-se dentro do programa BIOS, porque o BIOS está na leitura da memória permanente só e assim está sempre disponível para uso, mesmo quando o resto da memória do sistema está vazio. Esta seção tem um olhar que está envolvido na inicialização do PC, incluindo uma discussão sobre as etapas do processo de inicialização do sistema, e um olhar para o power-on self-test (POST), que é realizado sempre que o sistema é iniciado.



Security: No Main Menu é possível definir uma password, que permite dar alguma segurança à BIOS, pois só quem tiver conhecimento de qual é a password é que poderá aceder ao Setup.

Exit: Para sair do BIOS, existem duas opções: pressionando Esc, aparece uma caixa de diálogo que vai dizer algo como 'Sair sem salvar ? Pressionando <Y>, sai do BIOS, mas as mudanças que foram feitas não ficaram gravadas, por isso não.Pressionando <N>, retornar ao menu principal.

  A segunda opção é geralmente uma entrada no menu principal com um título como "Save a CMOS e sair." Ao clicar, mostra uma mensagem semelhante a "Salvar para a instalação? y/n'. Pressionar  <Y>  as mudanças que foram feitas são armazenadas no BIOS do PC e reinicia, usando os valores que foram alterados. Pressionando <N>, o PC irá reiniciar, mas sem salvar as mudanças que feitas, para que o BIOS permaneça igual, sem alterações.

Actualização do BIOS?

Na maioria das placas-mãe modernas o BIOS pode ser actualizado, e os fabricantes disponibilizam arquivos para essa finalidade. A actualização pode resolver problemas de funcionamento de periféricos, ou mesmo erros da versão anterior do BIOS. A actualização altera três programas que estão dentro da memória ROM (BIOS, POST, Setup) e é uma operação de risco e requer muito cuidado para não haver danos na placa-mãe.
Há vários problemas que podem acontecer nas actualizações, alguns deles são: arquivos corrompidos, falta de informações para a solicitação do software correcto, ou ainda a falta de energia elétrica. Se ocorrer algum problema o sistema poderá não iniciar, deixando a placa-mãe muitas vezes inoperante.
A atualização ou o upgrade do chip somente deve ser feito quando for realmente necessário.
Os principais fabricantes deste firmware são: American Megatrends (AMI), Award, General Software, Insyde Software, e Phoenix Technologies.

O que é o Setup/CMOS?

Setup é um programa que nos permite configurar várias opções acerca do Hardware instalado, desempenho do
sistema, password, etc. As configurações do Setup são cruciais para o funcionamento e bom desempenho do
sistema, uma configuração errada do Setup pode tornar o sistema mais lento, ou seja, o computador
pode passar a ser um carro sem motor simplesmente devido a uma configuração errada do Setup.
Para que os dados do Setup não sejam perdidos é utilizado o CMOS que significa "Complementary Metal Oxide Semiconductor”. O CMOS é uma pequena quantidade de memória RAM. Como a memória RAM é volátil, o CMOS é alimentado por uma bateria, o que evita a perda dos dados. Podemos assim designar o Setup da Bios como Cmos Setup.

O que é a BIOS?

 BIOS, em computação Basic Input/Output System (Sistema Básico de Entrada/Saída). O BIOS é um programa de computador pré-gravado em memória permanente (firmware) executado por um computador quando ligado. Ele é responsável pelo suporte básico de acesso ao hardware, bem como por iniciar a carga do sistema operacional.
O BIOS é armazenado num chip ROM (Read-Only Memory) que pode ser do tipo Mask-ROM e PROM nas placas-mãe produzidas até o início da década de 1990, e Flash ROM (memória flash) nas placas mais recentes. Na memória ROM da placa-mãe existem mais dois programas chamados Setup (usado para configurar alguns parâmetros do BIOS), e POST (Power On Self Test) (uma seqüência de testes ao hardware do computador para verificar se o sistema se encontra em estado operacional).
Entre outras funções o papel mais importante do BIOS é o carregamento do sistema operacional. Quando o computador é ligado e o microprocessador tenta executar a sua primeira instrução, pois tem que obtê-la de algum lugar. Não é possível obter essa instrução do sistema operacional, pois localiza-se no disco rígido, e o microprocessador não pode comunicar com ele sem que algumas instruções o digam como fazê-lo. É o BIOS o responsável por fornecer essas instruções.